Sandra Celas.

Sunday, October 01, 2006

Porque a Sandra Celas já merecia :)

www.freewebs.com/sandra-celas

Porque a Sandra Celas já merecia :D

www.freewebs.com/sandra-celas

Wednesday, April 19, 2006


A entrevista surgiu na revista "TvGuia" na semana de 10 a 16 de Abril!

TvGuia: O Inspector Max voltou a estar no ar. Vai voltar regularmente?
Sandra Celas: Não sei. As gravações terminaram em finais de Setembro, início de Outubro.

TvGuia: Que balanço faz da jornalista Júlia?
Sandra Celas: Diverti-me imenso a fazer a personagem e senti o impacto. O público infantil, que é para quem é dirigida, sobretudo, a série, é quem mais vem ter comigo.

TvGuia: A Júlia vai conquistar o Inspector Jorge Mendes (Fernando Luís)?
Sandra Celas: Não vou revelar. Até ao final das emissões a tensão fica no ar. Mas a Júlia é uma mulher independente e vai sofrer por isso.

TvGuia: Que trabalhos tem em mãos?
Sandra Celas: Estive a fazer uma curta-metragem com colegas do "Inspector Max", Philippe Leroux e Quim Bé. Chama-se "Sombras do Passado" e é de um jovem jovem realizador, João Moura. Foi a minha estreia em cinema e adorei, espero que comece a circular pelos festivais. Estou também a preparar alguns textos de teatro que gostava de interpretar, mas ainda é cedo para falar desses planos.

TvGuia: E televisão?
Sandra Celas: Para já, nada.

TvGuia: Como enfrenta os períodos em que não tem trabalho?
Sandra Celas: Embora não haja trabalho, não paro. Há períodos mais longos e tal provoca-nos, por vezes, alguma ansiedade. Mas o mais importante é não estagnar. Tenho feito "workshops" na área da interpretação.

TvGuia: Que faz nos tempos livres?
Sandra Celas: Há cerca de uma ano e meio estou a fazer formação vocal. Canto. Pode ser que venha a conjugar isso com todos os géneros de representação. Também sou praticante de Yoga, não só exige grande actividade física, como também exercita os orgãos internos.

TvGuia: Tem namorado?
Sandra Celas: A essas coisas não respondo. A minha actividade profissional está acima de tudo.

Sunday, April 02, 2006

Sandra Celas foi ao jantar de despedida da peça "Jantar de idiotas" que juntou não só os actores que participaram na peça, como alguns amigos e colegas. Nessa noite também se celebrou o sucesso da produção UAU, responsável pela gestão daquele espaço e pela ida ao teatro de mais de 500 espectadores nos últimos 5 anos. Todos os actores se mostraram satisfeitos com a produção UAU.



A NBP, no âmbito das comemorações do seu 10º aniversário, realizou no passado dia 12 de Outubro, no Campo nº 1 da Aroeira, o Torneio de Golfe “NBP – 10 Anos de Ficção Portuguesa”. Contamos com a participação de cerca de 90 pessoas que se dividiram entre o green e a clínica. Entre os nossos inúmeros convidados, funcionários e administração da NBP e figuras públicas, contámos com a presença de alguns dos actores que costumam participar nas nossas produções, como é o caso do Pedro Lima, José Fidalgo, Sandra Celas, Susana Arrais, Afonso de Melo e Cláudia Oliveira. O Torneio foi seguido de um almoço de confraternização, no final do qual se distribuiriam os prémios.

- “Este é um papel muito mais exigente, pelo menos, no sentido da intensidade das gravações. Considero estar a dar-me um 'background' muito melhor, uma noção da televisão muito mais completa”

- “Ela reencontra-se com a mãe e recomeça a sua vida. Arranja emprego na empresa de André Silveira, que lhe vai fazer marcação cerrada"

- “Mas quando surge com o José Pardal, aí sim, há cenas com piada"

- “É uma peça cómica e espero estar a conseguir fazer os outros rir", diz a actriz, que adianta estar "a ser difícil conciliar as gravações da novela com o teatro. "Mas o esforço tem sido compensador"


"CIBERNÉTICA"

Este teatro conta com a apresentação dos seguintes actores:

Sandra Celas
Ângelo Torres

Uma mulher vive isolada no seu casulo, ligada ao mundo apenas pela net. Todos os seus sentimentos e emoções são intermediados pelo computador: os amigos são virtuais, os amores são virtuais, a arte que lhe interessa foi feita para o mundo on-line. Um dia, um homem entra para lhe cortar a ligação. Cassandra é uma mulher solitária que vive num espaço interior, que foi alterando ao longo do tempo até se transformar numa espécie de casulo. Do ventre sai-lhe um cordão que está directamente ligado à máquina. A ligação on-line fornece-lhe tudo o que ela necessita. Fabrício está noivo, funcionário da empresa de ligações on-line há pouco tempo. Embora tenha uma vida perfeitamente estável, mantém o pensamento, permanentemente num outro lugar.

"A Sandra disse que sim à produção executiva (isto de iniciar coisas sem dinheiro é só para os mais corajosos... ). A Carlota aceitou co-encenar e os nossos 2 actores, Sandra Celas e Ângelo Torres, aceitaram antes de lerem a peça."


"CONSPIRAÇÃO"

Este teatro conta com a apresentação dos seguintes actores:

Sandra Celas
Nuno Lopes

Filipe Seems é um programador de história para suportes media que habita uma Lisboa utopia. Movido pela sedução das pistas, Seems vê-se enredado numa teia de ficções que o levará ao coração de uma conspiração…
Um argumentista, um desenhador, um músico, uma coreografa, um MC e dois actores apresentam em palco um espectáculo multidisciplinar.



"MANOBRAS DE DIVERSÃO"

Este teatro conta com a participação dos seguintes actores:

Sandra Celas
Sofia Grillo
Bruno Nogueira
Carla Salgueiro
Manuel Marques
Marco Horácio

Depois de "Não há crise", "Fechados para férias" e "O Espírito de Natal" chega aos teatros "Manobras Completas".


"VIRIATO"

Este teatro conta com a apresentação dos seguintes actores:

Sandra Celas
Ângela Pinto
Victor Sousa
Gonçalo Diniz

Um jovem pastor da Serra da Estrela que se tornou general dos lusitanos e que os liderou nas lutas travadas contra os romanos, impedindo assim os fortes avanços no Império. Infelizmente Viriato morre à traição e ligando os factos e a traição, obtêm-se assim uma peça, que fala de poder, êxito, ambição, amores vários e uma traição que acaba em tragédia.


Série - Inpector Max

Ano de emissão - 2004 e 2005

É jornalista do “Diário de Setúbal”, mas recente mudou para um grande jornal em Lisboa. Júlia é uma verdadeira força da natureza, imparável na pesquisa das notícias mais importantes. Bonita e moderna, energética e descontraída, a sua obstinação torna os seus 28 anos ainda mais sedutores. Constantemente envolvida nos casos investigados por Jorge, revela-se por vezes um aliado importante para o agente, o que os leva a partilhar uma relação ambígua, onde os limites entre a profissão e o sentimento não são claros. Júlia conduz um carro velho, que já passou por muitos donos antes de chegar às suas mãos, sempre cheio de papéis, peças de roupa, garrafas vazias. Veste-se de uma maneira descontraída e informal, moderna e dinâmica: jeans, camiseta curta com o umbigo à vista, colares e brincos trazidos das viagens que adora fazer.


Novela - Coração Malandro

Ano de emissão - 2003

É filha de uma relação longa entre Ana Alvim e Anselmo Pacheco. É uma jovem de 25 anos, doce, bonita e angelical. Tem uma personalidade forte, com valores éticos extremamente definidos. É terna e romântica. É licenciada em economia e tirou um MBA em gestão, em Inglaterra. É uma lutadora por excelência, que se veste de uma forma sóbria mas sexy.


Novela - O Olhar da Serpente

Ano de emissão - 2002

É filha de Irene e Carlos e colega na Marina de António. Rosarinho não se conforma com a morte do pai nem com a actual situação financeira da mãe. Desconfiada que Pedro Madurões sabe a verdade sobre o suicídio do pai, esta pressiona-o.


Como é que está a ser participar neste projecto?
Está a ser muito intenso. Para mim, como actriz, está a ser um grande desafio, não só pela intensidade das gravações (acaba por ser muito duro), mas também pela personagem, que é muito engraçada.

Fale-nos um pouco dela.
É a “Paula Alvim” é uma mulher moderna, independente, tem ambição profissional, é uma pessoa com valores éticos e morais, e é uma rapariga muito gira (risos).

Exigiu algum trabalho especial?
Exigiu e tem exigido muito trabalho. A preparação de início não foi muita porque eu soube numa Quinta-feira que fui escolhida e comecei a gravar na Segunda-feira. O trabalho tem sido feito mais ao longo das gravações, porque não houve grande tempo para o preparar. Curiosamente, ao longo do início das gravações, as coisas foram surgindo, a personagem foi surgindo.

A “Paula” e a Sandra têm alguma coisa em comum?
Têm, para já porque sou eu que lhe estou a dar corpo (risos). Eu também sou muito independente. A vontade de ser independente, de ter uma vida autónoma e ambição profissional temo-la em comum, mas eu sou actriz, ela estudou marketing e relações comerciais e está num meio que eu não conhecia antes, agora tive que aprofundar mais esse mundo das empresas e da finança, que é um mundo que a mim me transcende um bocado, com o qual nunca estive relacionada.

Como é que vê este projecto?
Estou um bocado na expectativa porque como é uma novela em tom de comédia, acho que pode ser engraçado, pode fazer rir as pessoas, pode contribuir um pouco para o bom humor e boa disposição dos portugueses.

Está a fazer mais alguma coisa no momento?
Estou a fazer as Manobras de Diversão, que é uma peça que está no Jardim de Inverno do S. Luiz, que é o espaço café teatro. É também em tom de comédia, é humor, e chama-se “Não Há Crise”.

TVI: Que tipo de personagem é a «Paula Alvim»?
É uma mulher sofisticada, com um código de ética e que sabe o que quer na vida. Foi estudar para fora, esteve em Londres a tirar um curso de Marketing na área de negócios e volta a Portugal motivada por razões emocionais, volta a pedido da mãe, e acaba por ficar cá. É uma mulher muito decidida e com qualificações profissionais muito fortes. É moderna, independente, sabe muito bem o que quer, ambiciosa a nível profissional, mas também com valores éticos e humanos: nunca foi rica e tem a noção de que as coisas custam a ganhar, de que as pessoas são todas iguais ou, pelo menos, deveriam ser. Apesar disso tudo, é uma romântica.

TVI: Emprestou alguma coisa de si à «Paula»?
Nós emprestamos sempre muito às personagens. A «Paula Alvim» tem uma determinação muito grande, que eu também tenho. Determinação e um sentido de independência, individualismo. De resto, ela é muito diferente. É uma mulher virada para os negócios, uma área completamente diferente da minha. É muito mais dinâmica, exactamente porque a área dela exige um outro ritmo das pessoas.

TVI: Pode desvendar um pouco o futuro da personagem?
A Produção proibiu-me de o fazer... mas a «Paula Alvim» vai mudar muito, a vida dela vai dar muitas voltas. E isso tem sido muito estimulante, porque o percurso da personagem não tem sido nada parado.

TVI: O que augura para esta novela? O que gostaria que ela fosse?
Obviamente, gostaria que fosse um êxito. A novela está muito engraçada, tem esta coisa diferente das novelas que estão a passar na TVI neste momento, que é o tom de comédia. Eu acho que vai divertir imenso as pessoas. Além disso, tem uma história que acaba por ser meio insólita... Eu espero que «agarre», porque de facto há um empenho de todos nós e, pelo que eu já vi, o produto parece estar bastante interessante.

TVI: Como é que surgiu a oportunidade para integrar o elenco? Como é que chegou até aqui?
Convidaram-me para fazer um «casting», eu vim, e... ganhei o casting! Além disso, eu já fazia teatro há mais tempo, desde os 20 anos, mas não profissionalmente, fazia como actriz amadora. Entretanto, trabalhei como jornalista durante três anos no CNL e na SIC Notícias, e continuei a fazer teatro e a fazer cursos. (...). Depois apercebi-me que tinha de voltar a estas lides porque era disto que eu precisava para respirar. E a oportunidade surgiu há cerca de um ano atrás para fazer «O Olhar da Serpente» e eu abandonei, de facto, a profissão de jornalista.


A actriz Sandra Celas já fazia teatro desde os 20 anos, mas não como actriz profissional, como actriz amadora. Entretanto trabalhou como jornalista entre 1998 e 2001 na CNL e na SIC Notícias e continuou a fazer teatro e a tirar cursos.
Fez o curso de expressão dramática no Teatro de Carnide, palco onde se estreou em 1997.
Depois de trabalhar 3 anos como jornalista apercebeu-se que era representar que a fazia respirar e voltou a essas lides. E a oportunidade surgiu em 2002 para fazer a novela “O olhar da serpente” na Sic e ela abandonou de facto a profissão de jornalista. No ano seguinte convidaram-na para fazer 1 casting, ela foi e ganhou, ficando assim com a personagem de Paula Alvim.
Participou há pouco tempo na série “Inspector Max” fazendo a personagem de jornalista Júlia.
Fez vários teatros como as “Manobras Completas”, “Conspiração”, “Viriato” e “Cibernética”. Tirou o curso de teatro no IFICT.
Tirou vários cursos de teatro na IFICT e fez várias peças, havendo algumas que não se estrearam, mas colaborou nos ensaios da peça, como por exemplo na peça “Ex-que-lec-to”.
Nasceu em 24 de Janeiro de 1975. As suas cores preferidas são verde e azul petróleo. Não tem clube de futebol, porque não é muito fã. Pratica yoga.

Este é o site da actriz Sandra Celas!
Talvez todos saibam um bocadinho, mas nunca é de mais saber sobre uma das melhores actrizes de Portugal :D Aqui vamos ter a sua biografia, peças de teatro que encenou e as novelas que contracenou!

Se tiverem alguma foto, entrevista, notícia ou informação que quiserem mandar para ser publicada no site enviem para: pipa_sc@portugalmail.pt.

www.fasandra.blogspot.com - visitem!

Baci mile *